O DIABO MESSIÂNICO

(Atualização do emocionante poema publicado no Papafigo Nº 130)

Estando desocupado
O Grão-Duque Satanás
Teve uma ideia nociva,
Horripilante e mordaz

Colocou numa caldeira
Vinte pipas de aguardente
Dez mil cobras venenosas
E um capeta demente

Sublimado corrosivo
Sulfato de estricnina
O couro de dez hienas
Dez litros de cloroquina

Rabujo de dez gambás
Carniça de urubu
O espírito de Caim
Vinte couros de timbu

Tudo isso colocado
Numa caldeira a ferver
Tomou a forma de gente
Como o diabo quis fazer

Satanás achando pouco
Lambuzou merda de porco
Como fosse um manjar raro
E ao soltá-lo no mundo
Batizou o vagabundo
Jair Messias Bolsonaro.